
Vivemos tempos eleitorais. Tempos que nos irão levar a escolher os próximos governantes do país e das cidades de Portugal.
Concentremo-nos pois em Lisboa. Capital de Portugal, onde a Secção B da JSD participa politicamente e civicamente. Ganhar Lisboa é pois um objectivo declarado e necessário para salvar esta cidade do marasmo. Necessitamos de uma mudança urgente. E de uma mudança efectiva. O cartaz que se encontra acima destas palavras é esclarecedor das necessidades de Lisboa.
Ora, para realmente dar sentido a Lisboa é necessário o complemento de uma triologia de forças. São 3 terços que devemos ter em linha de conta se queremos realmente vencer no próximo dia 11 de Outubro. Esta triologia tem um propósito. Uma campanha positiva. Não acredito que em política devemos viver apenas a contar com o mal dos outros. É necessário uma campanha e uma candidatura pela positiva. Ora, deixemos de lado as caldeiradas de Costas e afins.
Receita para Lisboa:
1/3 - Candidato
Este dado creio que estamos esclarecidos. Temos de longe o melhor candidato à Câmara Municipal de Lisboa. E o melhor porque já demonstrou. Tem mais que obra feita. Tem ideias próprias. Algo que escasseia no panorama geral do país. O candidato da coligação Lisboa com Sentido, demonstra uma enorme paixão por Lisboa e sobretudo um enorme conhecimento da cidade e dos seus problemas. É lisboeta de gema e sente a cidade.
1/3 - Juntas de Freguesia
Este é um ponto fulcral na vitória de dia 11 de Outubro. O bom trabalho que as Juntas do PSD fizeram, e sobretudo o bom trabalho das Juntas da Secção B, Alvalade, Campo Grande, Nossa Senhora de Fátima, São João de Deus, São João de Brito e Alto do Pina, são reveladores da enorme capacidade que o autarcas do PSD possuem. Um contacto permanente com as populações e uma preocupação clara: o bem-estar dos fregueses. Desenganem-se aqueles que não percebem a real importância das Juntas. Elas são prioritárias para o voto autárquico. São o elo de ligação com as pessoas e devem ser realmente aproveitadas para passar a mensagem.
1/3 - Juventude
A juventude tem cada vez mais um papel de relevo nas eleições. Nas europeias, os eleitores jovens já demonstraram algum interesse pelas questões políticas. Mas existem hoje jovens indecisos, com vontade de escolher, mas sem a orientação e sobretudo sem o conhecimento prévio de quem escolher. O trabalho a fazer insere-se numa lógica de cativar os jovens. Oferecer-lhes uma solução clara para melhorar a cidade em que habitam. Demonstrar quem tem a juventude como preocupação. E é certo que, quem ganha a juventude, ganha o futuro.
São estes os ingredientes para vencer Lisboa. Agora, mãos na massa!