30.9.09

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Arrancou esta semana a campanha eleitoral para as autárquicas. Na nossa Secção iremos ter um combate pelas nossas Juntas de Freguesia. É fundamental salientar o bom trabalho desenvolvido pelos nossos autarcas e desejar-lhes uma boa campanha, que esclareçam os eleitores e os motivem para mais 4 anos de trabalho conjunto. Assumir lugares de chefia só faz sentido se envolvermos todos nas conquistas do dia-a-dia.

 

Os rostos que nos vão representar:

 

       Alto do Pina                               Alvalade                        Campo Grande

    Alto do Pina - Fernando Braancamp              Alvalade - Armando Estácio               Campo Grande - Valdemar Salgado

   Fernando Braancamp             Armando Estácio                   Valdemar Salgado

 

 

    N. Sra. Fátima                   São João de Brito                  São João de Deus 

   Nossa Senhora de Fatima - Idalina Flora             Sao Joao de Brito - Joaquim Fernandes Marques                 Sao Joao de Deus - Rui Pessanha

    Idalina Flora                   J. Fernandes Marques                Rui Pessanha        

 

 

A todos muito boa sorte, bem como a todos os militantes da JSD que irão apoiar e levar a voz da juventude até ao centro das decisões. Por uma Lisboa com mais sentido!

 

LinkUma ideia de Diogo Agostinho, às 11:07  Mais opiniões (2) Opinar

 

LinkUma ideia de Diogo Agostinho, às 11:00  Mais opiniões (1) Opinar

29.9.09

No dia 27 de Setembro, o povo português foi votar na escolha dos próximos deputados que nos irão representar na Assembleia da República. A escolha dos portugueses revelou-se clara. A inexistência de uma maioria absoluta de um só partido obriga a uma legislatura em que as negociações serão essenciais para garantir a viabilização das políticas do Governo.

 

Numas eleições que mal acabam dão lugar a uma campanha autárquica, importa, para nós, JSD da Secção B, observar os resultados do nosso Partido nas 6 Juntas de Freguesia que a nossa Secção representa.

 

Alvalade:

PPD/PSDPartido Social Democrata
 40,63%
2.596 votos
PSPartido Socialista
 26,67% 1.704 votos
CDS-PPCDS - Partido Popular
  14,15% 904 votos
B.E.Bloco de Esquerda
  8,23% 526 votos
PCP-PEVCDU - Coligação Democrática Unitária
  4,68% 299 votos
MEPMovimento Esperança Portugal
 1,52% 97 votos

 

Alto do Pina:

PPD/PSDPartido Social Democrata
 36,49%
2.149 votos
PSPartido Socialista
 30,17% 1.777 votos
CDS-PPCDS - Partido Popular
 13,06% 769 votos
B.E.Bloco de Esquerda
 7,91% 466 votos
PCP-PEVCDU - Coligação Democrática Unitária
  5,69% 335 votos
MEPMovimento Esperança Portugal
 1,02% 60 votos

 

Campo Grande:

PSPartido Socialista
 32,9%
2.081 votos
PPD/PSDPartido Social Democrata
 31,42%
1.987 votos
CDS-PPCDS - Partido Popular
  12,22% 773 votos
B.E.Bloco de Esquerda
  9,91% 627 votos
PCP-PEVCDU - Coligação Democrática Unitária
  7,29% 461 votos
MEPMovimento Esperança Portugal
 1,17% 74 votos

 

Nossa Senhora de Fátima:

PPD/PSDPartido Social Democrata
 36,43%
3.760 votos
PSPartido Socialista
 29,77% 3.073 votos
CDS-PPCDS - Partido Popular
  14,4% 1.486 votos
B.E.Bloco de Esquerda
  7,82% 807 votos
PCP-PEVCDU - Coligação Democrática Unitária
 5,59% 577 votos
MEPMovimento Esperança Portugal
 1,4% 144 votos

 

São João de Brito:

PPD/PSDPartido Social Democrata
 39,72%
3.285 votos
PSPartido Socialista
 26,49% 2.191 votos
CDS-PPCDS - Partido Popular
 15,04% 1.244 votos
B.E.Bloco de Esquerda
 8,08% 668 votos
PCP-PEVCDU - Coligação Democrática Unitária
  5,3% 438 votos
MEPMovimento Esperança Portugal
 1,06% 88 votos

 

São João de Deus:

PPD/PSDPartido Social Democrata
 39,25%
3.017 votos
PSPartido Socialista
 27,41% 2.107 votos
CDS-PPCDS - Partido Popular
 15,65% 1.203 votos
B.E.Bloco de Esquerda
  7,05% 542 votos
PCP-PEVCDU - Coligação Democrática Unitária
 4,88% 375 votos
MEPMovimento Esperança Portugal
 1,09% 84 votos

 

Estes foram os resultados. 5 vitórias e uma junta em que ficámos muito perto da vitória, que comparativamente ao acto eleitoral de 2005 subimos e muito o número de votos.

 

Ao olharmos para estes números, podemos concluir que existe confiança no PSD e que acreditam no nosso Partido para liderar o País. Começa aqui o nosso trabalho, capitalizar esta confiança para a luta autárquica, ganhar o voto dos eleitores para uma vitória na Câmara, na Assembleia Municipal e nas Assembleias de Freguesia. Importa ainda referir que no próximo dia 11 de Outubro, o PSD irá em coligação com o CDS, o MPT e o PPM.

 

Mas este resultado motiva-nos ainda mais para trabalhar em prol das nossas juntas e dos nossos fregueses.

LinkUma ideia de Diogo Agostinho
Editado por Guilherme Diaz-Bérrio em 01/10/2009 às 16:43, às 13:25  Mais opiniões (2) Opinar

24.9.09

 A Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico, em conjunto com a Juventude Social Democrata e a Juventude Socialista, vai organizar um debate na sexta-feira, dia 25 de Setembro, no âmbito das Eleições Legislativas 09.

Estarão presentes Duarte Cordeiro (Secretário Geral da JS) e Pedro Rodrigues (Presidente da JSD) naquele que será o grande  debate da juventude antes da data das eleições. 

 

Numa altura de crucial importância para o país, em que enfrentamos não só uma crise económica mas igualmente de credibilidade no poder político, consideramos que é essencial um debate no seio da Universidade. Temas tão essenciais como a Educação, organização da rede de ensino e políticas jovens de habitação e emprego, entre outros, são determinantes para o projecto a longo prazo que queremos para Portugal. 

 

Consideramos nossa obrigadação contribuir para o esclarecimento de toda a comunidade académica e sociedade em geral. Deste modo, o apelo ao voto no próximo dia 27 toma também lugar. 

 

Todos estão convidados a estar presente no Bar da AEIST às 12:30 para assistir àquele que será o Debate da Juventude.

 

 

:
LinkUma ideia de JSD Secção B, às 12:21  Opinar

22.9.09

É tempo de Portugal voltar a ter um Governo que resolva os problemas do País, que sirva os interesses dos Portugueses. Como dizem os mais recentes cartazes da nossa campanha "Chegou a Hora da Verdade".

 

Até ao último dia temos de continuar o nosso trabalho e a nossa mobilização.

 

Nesse sentido a Secção B vai organizar um jantar de campanha, para o qual apelamos à presença de todos.

 

O jantar será no dia 22 de Setembro (3ª Feira), pelas 20h00 no Restaurante "Ti Lurdes" (Av. Oscar Monteiro Torres, nº 31).

 

O jantar contará com a presença do nosso companheiro de Secção Prof. Pedro Lynce, que ocupa o 5º lugar na lista de Candidatos a Deputado pelo Círculo de Lisboa.

 

Tendo a sala uma capacidade limitada, agradecemos a inscrição para os números    21 3827840 ou 93 3746928. Ou através do e-mail da secção seccaob.jsd@gmail.com

LinkUma ideia de Diogo Agostinho, às 10:02  Opinar

16.9.09

 Não resisti. Manuela Ferreira Leite conquistou 46,5% de share contra Sócrates (que teve em comparação 35,8%)!

 

Acho que MFL portou-se muito bem. Mostrou a sua faceta mais humana e mais humorística.

Não precisou de graxa e ainda assim deu o ar da sua graça...

 


Parte 1

 

 

Parte 2

:
LinkUma ideia de Essi Silva, às 12:02  Opinar

15.9.09

 

Na sequência dos últimos debates televisivos e da invasão de propostas políticas a que temos assistido, deparei-me com uma situação controversa e que me chamou logo a atenção - Obras Públicas e, em particular, o TGV.

 

Muito se tem falado, pouco se tem esclarecido e muitas pessoas continuam sem perceber se será ou não benéfico fazer investimentos como estes, dada a insustentável situação em que se encontra a nossa dívida pública, ano após ano.

 

Antes de mais, julgo ser necessário, para entender este imbróglio de palavras trocadas entre os líderes partidários, definir correctamente um conceito essencial – Investimento.  Ora, investir, genericamente, é evitar algum consumo imediato e aplicar os bens assim poupados numa actividade económica, com o fim de aumentar a riqueza. Investir não é criar emprego, senão subsidiariamente.

 

Acontece que os socialistas têm vindo a dizer, insistentemente,  que investir no TGV é necessário, primeiro, porque vai empregar muita gente e, em segundo lugar, porque nos vai resolver o problema da nossa periferia, ligando-nos à Europa.

No entanto, já sabemos que investir não tem por finalidade primeira criar emprego, mas sim riqueza, e ninguém conseguiu, até agora, provar que o TGV vai criar riqueza neste País. Portanto, se o TGV não é rentável, a enorme dívida que vamos assumir para o construir, vai ser paga com quê?

 

Quanto à questão da periferia, temos de sugerir aos que dizem que temos esse problema que abram os olhos e vejam o “mapamundi”,  para poderem responder à seguinte questão: quantos países existem no mundo que estão no centro geométrico de quatro continentes e têm uma zona económica marítima dez vezes a área do seu território?

 

Resposta: além de Portugal, não conheço mais nenhum! Portugal, por via marítima, e graças ao Oceano Atlântico onde sempre se sentiu “em casa”, pode chegar à Europa, à África, à América do Sul e do Norte. E, sem grande esforço adicional, está na Àsia.

Periferia? Que cegueira…

 

Para justificar o investimento em Obras Públicas, Sócrates disse, e bem: “ as obras públicas, foram uma arma essencial para os EUA ultrapassarem a Grande Depressão dos anos 30”. É verdade, historicamente foi assim. Mas Sócrates parece esquecer-se de um “pequeno” detalhe, que faz toda a diferença: é que, nos EUA, naquela época, quando se construía uma auto-estrada, não só se aumentava de imediato o emprego como, de seguida, os americanos iam comprar carros à General Motors, ou à Ford, e camiões à Chrysler, gerando valor para a indústria automóvel americana. Depois, usavam as auto-estradas para baixar o preço dos transportes de longo curso, aumentando de imediato o tráfego de mercadorias e o comércio entre Estados. Por isso, esse investimento em infra-estruturas públicas gerou, de facto, muita riqueza e estimulou toda a economia dos Estados Unidos.

 

Ora nada disso vai acontecer aqui, porque o Português, coitado, depois de, na maior das alegrias, construir as tais estradas ou, neste caso, o TGV, acaba a comprar carros à Alemanha, ou à França, ou a ir buscar leite de refugo à Europa, enquanto os nossos produtores empobrecem com a baixa de preços! Em resumo, ficamos endividados com as obras públicas, mas o dinheiro distribuído durante a sua construção só servirá para criar riqueza nos parceiros europeus, enquanto foram eles a produzir a maioria dos bens que consumimos, e não tivermos nada para lhes vender em troca!

 

Vamos investir, pois, mas para criar riqueza!

 

Inevitavelmente, bom investimento estimulará a actividade económica, e acabará gerando emprego sustentável. Claro que, para investir assim, é preciso saber como se cria riqueza – e aí sim, é que está o nosso verdadeiro problema.

 

Primeiro, em Portugal existem preconceitos esquerdistas contra as empresas, os empresários, o lucro, que afastam da nossa cultura, dos nossos hábitos e dos nossos sonhos o paradigma base da economia livre e capitalista: a iniciativa de cada um, o trabalho árduo, a poupança, o investimento, a empresa, o lucro. Afastam, também, os mais capazes e os mais audaciosos, que são atraídos para os Países onde as oportunidades existem.  

 

Em segundo lugar, numa economia mundial aberta e concorrencial, criar riqueza pressupõe fazer coisas melhores que as já existentes, para conquistar mercado. Não basta o velho planeamento das “sociedades socialistas”, que ruíram economicamente com a queda do Muro. E quando ouvimos o secretário-geral do Partido Comunista falar em investimento como “fortalecimento do aparelho produtivo”, sabemos que esta a falar do velho “planeamento”, do investimento público decidido nos gabinetes da política partidária, dos políticos “determinados”, como Sócrates…

 

Parece que não aprendemos nada com as desgraças e os falhanços do século XX.

 

(Texto elaborado por Miguel Botelho, vogal da CPS - Secção B)

LinkUma ideia de JSD Secção B, às 17:57  Mais opiniões (1) Opinar

                                      

A política, tal como grande parte das realidades sociais, vive hoje de modas. De tendências. E a tendência mais visível (e mais preocupante) é associar esse epifenómeno que é o Bloco de Esquerda ao "ser jovem", à rebeldia saudável, à irreverência. Criou-se um mundo bipolar (muito por culpa da pressão mediática) em que os bloqueistas são os "bons" - e os outros, com destaque para o PSD e CDS,  são "maus". Há que desmistificar esta ideia completamente desfasada da realidade.

 

O BE não representa o futuro: o modelo político que defende já está (bem) arrumado nos livros de História, como uma página trágica que dizimou milhares de vidas e causou um sofrimento incalculável nas populações dos países em que foi implantado. Ora, ser jovem não é querer modelos já ultrapassados e negados pela evidência histórica. Ser jovem é querer inovar, conservar o que de positivo temos e melhorar os aspectos mais negativos da organização da nossa sociedade. Sempre respeitando as liberdades e os direitos fundamentais dos cidadãos, reconhecendo que cada ser humano é portador de uma individualidade própria que merece ser prezada (constatações que temos por evidentes mas que o BE não consegue entender). 

 

o BE limita-se a criticar, protestar, insultar, num tom brejeiro e que não dignifica nada a democracia. E construir? E alternativas para o futuro? Zero. Nada. Ora, ser jovem é construir hoje os alicerces para um amanhã mais promisor e risonho. Ser jovem é ter a coragem de propor, sugerir, é não ter dogmas sobre os "bons" e os "maus", os "progressistas" e os "retrógrados". É fomentar o debate de ideias, sem falsos moralismos e a humildade de saber que não somos detentores absolutos da verdade (mas estamos em constante busca dela). 

 

O BE encara a modernização, a inovação, a novidade como manifestações do "capitalismo", d o"neo-liberalismo selvagem", do "grande capital". O BE vê no teu telemóvel ou da tua empresa, qualquer dia até no teu microondas, no teu computador (porventura, segundo a filosofia bloquista, estar aqui a escrever este texto é um privilégio burguês imoral), sérias ameaças à sociedade socialista, à sociedade peseudo-igualitária que tanto anunciam. O BE quer um Estado hipertrófico, que controle tudo e todos. Onde fica a liberdade para o BE? No consumo das drogas? Isto não é ser jovem - é ser intolerante e insensível às realidades sociais...

 

Ser jovem é prezar a liberdade com responsabilidade. Ser jovem é o contrário de ser do Bloco de Esquerda. Ainda tens dúvidas que juventude e Bloco não combinam?

  

LinkUma ideia de João Lemos Esteves, às 04:31  Mais opiniões (1) Opinar

12.9.09

 

Na passada Quarta-feira, o Dr. Pedro Santana Lopes, foi apresentar no Clube Nacional de Natação o seu Programa de Mobilidade, Transportes e Estacionamento.

 


Lamento que o post não tenha sido publicado mais cedo, mas a semana foi terrível e não queria deixar de reflectir sobre esta proposta.


A primeira ideia apresentada no programa é a criação de uma Autoridade Metropolitana. Faz todo o sentido e nisso concordo com a proposta, criar uma Autoridade qualificada e direccionada para desempenhar funções nesta categoria. É que não percebo porque raio os polícias municipais têm de ser sobrecarregados com a vigilância do trânsito ao ponto de já termos a EMEL a passar multas de estacionamento, quando a sua missão nem é essa! 


Manter o Aeroporto da Portela! Se ainda nem há metro para a Portela, já se imaginaram a demorar mais meia-hora ou uma hora a chegar ao Aeroporto porque fica do outro lado do Rio? 


Terceira Travessia ferroviária: Faz todo o sentido, se queremos promover uma rede de mobilidade mais sustentável que se promovam transportes públicos como o comboio.


Quando estive a fazer inquéritos um pouco por toda a cidade, reparei que há zonas nas quais idosos e crianças têm enormes problemas para se deslocarem. Para quem já teve um acidente de percurso e fracturou uma perna ou um pé, entenderá talvez o que é subir uma rua extremamente íngreme porque a paragem do autocarro fica a 5 minutos duma pessoa jovem e com mobilidade normal mas a 10 minutos ou mais de um idoso ou de alguém com mobilidade reduzida. É para exemplos destes que servirá o Lx Porta a porta.


Sistema Gertrude? Ainda ontem estava a ouvir um amigo a comentar que António Costa colocou semáforos numa zona problemática. O meu amigo até acharia uma óptima medida...não fossem os semáforos demorar uma eternidade e levar a que desde então o trânsito se acumulasse em filas intermináveis em hora de ponta. É por isso que os semáforos devem ser úteis ao ponto de não só regular o tráfego e controlá-lo como também de promover a fluidez do mesmo.


De todas as medidas deste Plano, o que me atinge mais é o problema do estacionamento. Pegando no exemplo da minha Freguesia, o Alto do Pina, estacionar é um inferno. Os Lisboetas concordam que criar parques de estacionamento junto a terminais de transportes públicos é eficiente. Mas é necessário mais. Na minha rua existem duas escolas de condução e a ausência de parquímetros com uma estação de metropolitano por perto leva a que muitos, não residentes do bairro, estacionem na rua para apanharem o metro para os seus empregos. São necessários parques para residentes, na ausência de garagens. A conversão de logradouros em garagens também seria uma opção, no entanto implica um investimento que todos evitam. Condicionar o estacionamento em certas zonas residenciais e criar Parques de Estacionamento em Altura são óptimas ideias que já se têm provado úteis para reduzir os problemas de estacionamento na cidade.


Quanto aos Túneis/Desnivelamentos propostos, porque não? A zona de Saldanha deve ser restaurada aos peões e o trânsito fluirá mais facilmente. Também o tráfego intenso no Cp. Grande virá a ser reduzido permitindo que: a) quem mora fora de Lisboa chegue mais cedo a casa e b) os transportes públicos sejam mais eficientes e úteis.


É por isto que com Santana Lisboa tem Sentido!

 

 

:
LinkUma ideia de Essi Silva, às 12:50  Mais opiniões (2) Opinar

11.9.09

 

                                                 

Mal sabia o realizador Jim Gillespie (que, entre outros, já tinha dirigido o  filme "Scream") que o seu filme " Sei o que fizeste no Verão Passado" - um filme que acho medíocre, devo dizer, com a interpretação de Jennifer Love Hewitt (o melhor do filme) -  entraria para o dicionário das expressões mais utilizadas pelos políticos nesta pré-campanha eleitoral. Primeiro, foi Sócrates, que deu o mote para dizer que sabia o que Portas fez no seu Governo; depois, Louçã no debate contra Sócrates. Definitivamente, a esquerda gosta daquele filme! 

 

Quem, na esquerda, não deve ter visto o filme é António Costa. Entrou com a aura de homem que irei cortar com a "irresponsabilidade" e "despesismo" dos executivos sociais-democratas. Homem cheio de ideias que iria revolucionar a cidade de Lisboa. Depois, veio o momento clímax: Sá Fernandes, o justiceiro da Cidade de Lisboa, o ranger de Lisboa, juntou-se a Costa para delírio da esquerda progressista. Só que o justiceiro transformou-se na personagem de estimação de Costa e aí...foi o anti-clímax para a esquerda progressista que tinha a solução para todos os problemas da cidade. Quanto à obra de Costa, certamente muito haverá por dizer - só que eu, como a grande maioria dos lisboetas, não sabemos o quê. 

 

Dr. Costa, vou aderir à moda iniciada pelo seu líder predilecto, por quem tem uma enorme admiração, mas que quer ver "morto" politicamente o mais depressa possível para chegar à liderança do PS, e digo-lhe: NÃO SEI O QUE FIZESTE NO TEU MANDATO...  

 

E este mandato, tal como o "sei o que fizeste no verão passado", foi de verdadeiro terror para Lisboa! O que vale é que o filme de Costa está a chegar ao fim...

 

Temas:
LinkUma ideia de João Lemos Esteves, às 18:25  Mais opiniões (1) Opinar

Mensagem do Presidente

Bem-vindo ao blog da B. A Secção B sempre se distinguiu por uma forma de estar na Política, fazer Política, mas principalmente pensar Politica. Este espaço é disso representativo: um local de debate, troca de ideias e ideais. Participa, temos as portas abertas a todos os contributos! Abraço e até já! Guilherme Diaz-Bérrio
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Vice-Presidente:
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