20.1.11

 

 

Enquanto portuguesa que viveu fora durante 2 anos, e agora acabada de regressar, acabo por reparar que a reflexão que faço, quando olho à minha volta, é dotada de um certo criticismo comparativo. Não sei se isso é correcto ou não. As vivências e experiências não podem ser olvidadas, daí que rapidamente sinta a minha mente pulular entre os motivos que me fizeram voltar e os motivos que, na altura, me fizeram sair sem data de regresso marcada.

 

A verdade é que somos conhecidos pelas mais sobejas razões por esse mundo fora (não considerando os americanos que me perguntaram se Portugal era mesmo uma província de Espanha): desde as grandes conquistas marítimas (atenção que em Utrecht, na Holanda, até há uma avenida chamada Vasco da Gamalaan), ao país da boa comida…… ao país com um governo anedótico e, ultimamente, o país que destabiliza a moeda única europeia.

 

Confesso que quando penso nas coisas negativas, muitas vezes tendo, como referi, em compará-las com o país em que vivi 2 anos, tratando-se a Holanda de uma monarquia constitucional, de um povo unido q.b., mas mais frio, mais distante e menos cúmplice.

 

A nossa latinidade foi o que me fez querer voltar e abraçar este Portugal que é nosso, para que me fosse possível construir algo de que me possa orgulhar a médio-longo prazo.

 

Mais uma vez é este criticismo comparativo que me assombra, e não posso deixar de denotar o quanto tem ficado por fazer, por corrigir e por mudar em Portugal… Às vezes, sinto-me a viver num labirinto de espelhos!... Espelhos esses onde o nosso Governo, a Comunicação Social e grande parte do povo Português, parecem compor-se, num triângulo (pouco) amoroso.

 

De um Governo que nada faz e pouco dignifica, que mancha todo um povo e tradição, que deita sol para a peneira de todos nós. Mas em bom português se diz “mais cego é aquele que não quer ver”.

 

(Continua)


 

Uma reflexão de Raquel Vilão

LinkUma ideia de JSD Secção B, às 14:00  Opinar

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